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Como não amar Call the midwife?


10/jan/2018 | Anielle Casagrande | # # | Comente!

Hoje vou falar um pouco sobre essa série britânica que começou a ser transmitida na TV em 2012 chegou até mim recentemente pela netflix. A série virou minha pequena paixão e por isso resolvi explicar o porquê! Não contarei nada que estrague a surpresa de assistir a série, pode ler tranquilamente caso ainda não tenha assistido.

Ela se passa nos anos 50 em uma região muito pobre de Londres e com ela acompanhamos a rotina de parteiras. Algumas são freiras, outras não. De cara o assunto não me chamou atenção, até porque já imaginei partos, sangue, gritos etc (lembrando que estou doente e de saco cheio dessa rotina de exames, hospitais, tirar sangue etc) mas mesmo assim dei uma chance e assisti o primeiro episódio. Fui fisgada assim, rapidinho. Não parei mais de ver.

Preciso citar que as parteiras têm um papel bem diferente em outros países, como na Alemanha. Assim como na série, são elas que fazem os partos até hoje, chamando o médico apenas em casos mais sérios. Bem diferente do que acontece no Brasil, não é?

Acho incrível a ambientação da série como um todo. As músicas de época, os radinhos, as roupas, os ambientes completos! Além claro das leis, lendas, mitos e avanços tecnológicos da época. A chegada do raio x, os avanços com anestesias! Já pensou como era antes disso tudo e durante a adaptação com as novidades? Não me espanta que muitas pessoas tiveram medo no começo.

A série tambem nos faz pensar em mulheres e partos de forma bem ampla, lembrando por exemplo que presidiárias, prostitutas, vítimas  de violência doméstica, mulheres solteiras, deficientes, adolescentes e adúlteras também engravidam. E claro, lá vão as nossas queridas parteiras, sempre preparadas para fazer o parto.

O que mais gosto na série, além de tudo que ja citei, é que tem uma mensagem linda por trás. Pra quem estava assistindo Breaking Bad (série sobre o mundo obscuro das drogas) até a última semana de 2017, essa belíssima série veio em boa hora. Mesmo com temas pesados como aborto, racismo e entrega de recém-nascidos para adoção, a mensagem é sempre positiva e te faz sorrir em frente a tevê. É bem o empurrão otimista que eu estava precisando para começar meu 2018. Espero que vocês gostem!

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